Tratamento saudável para o câncer

O câncer é uma das doenças responsável pelo maior número de óbitos e infelizmente ainda hoje existem poucos tratamentos para essa terrível doença. Nos últimos meses nos deparamos com notícias sobre a milagrosa pílula do câncer, mas pouco sabemos sobre ela.

O crescimento desordenado das células é chamado de câncer, ele é separado por maligno benigno, e vem crescendo a cada dia por conta dos novos hábitos alimentares. Por conta disso a busca por novos tratamentos vem crescendo muito. Cientistas e médicos descobriram recentemente a Fosfoetanolamina sintética popularmente conhecida como pílula do Câncer, ela foi desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP)  pelo pesquisador Gilberto Chierice, de acordo com o pesquisador ela pode curar diversos tipos de câncer, mas ainda não foram desenvolvidos estudos clínicos em seres humanos, por isso existe uma complicação muito grande para a liberação da Anvisa, os populares tem comentado que essa decisão é por conta dos laboratórios, que seriam lesados com a distribuição do novo medicamento.

Essa droga foi distribuída durante anos para as pessoas, que em último caso, procuravam a universidade em busca de tratamento, depois de muitos pedidos a justiça entrou com o processo de liberação, mas apesar da droga mostrar eficácia durante anos o governo afirma que ela não foi pesquisada cientificamente em seres humanos.

Obviamente ela possui, como qualquer outro remédio, efeitos colaterais mas essa seria uma última chance para as pessoas com câncer terminal.  Esse ano o governo liberou o laboratório para a produção do princípio ativo, que somente poderá ser liberado para o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, já o resto da produção ficará a cargo de um órgão do governo para a distribuição das pílulas do câncer em hospitais que farão testes pelos próximos seis meses. Segundo um estudo, caso o medicamento seja vendido o preço médio de cada unidade será R$ 6,00 reais.

Infelizmente o laboratório que fornecia o medicamento na Universidade de São Paulo foi fechado, alegando que a dona da patente proibiu a produção em larga escala. Agora dependemos dos testes e liberação do governo, para a comercialização do medicamento.

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